quarta-feira, setembro 26, 2007
sábado, setembro 08, 2007
Blog da turma 2
http://memoriasdocentes.blogspot.com
http://adegresi.blogspot.com
http://priscilahp87.blogspot.com
http://www.delvaine.blogspot.com
http://www.lilianaraq.blogspot.com
http://www.teacherval.blogspot.com
http://www.regicamilo.blogspot.com
http://kelcostaraquel.blogspot.com
http://priscillamezoni.blogspot.com
http://www.momundodeoz.blogspot.com
http://www.madalenadalva.blogspot.com
http://www.estudarpraque.blogspot.com
domingo, agosto 05, 2007
Blog na Escola

VOCÊS ENTRARAM NO MUNDO DOS BLOGS!!!
Seja bem vindo a OFICINA DO BLOG.
Vamos ler um pouco sobre os blogs e refletir sobre seu uso na educação!
Este é um espaço especialmente criado para as pessoas interessadas em utilizar os Blogs como ferramenta pedagógica.
Vamos refletir um pouco sobre sua utilidade e como podemos transformá-lo em um recurso para nossas salas de aula e laboratórios de Informática.
Como, nós, educadores, podemos usar esse novo suporte de informação para alcançar nossos objetivos dentro de um processo de aprendizagem?
Blog: diário de aprendizagem na rede
Como recurso de aprendizagem, o blog ainda é novidade, mas a linguagem é bem conhecida dos adolescentes, que o utilizam para publicar páginas pessoais, como os tradicionais diários. "É uma maneira diferente de divulgar projetos ou concluí-los, com a vantagem de permitir a interatividade", afirma Rosália Lacerda, coordenadora do Projeto Amora do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Na sala de aula, serve para registrar os conhecimentos adquiridos pela turma durante os projetos de estudo, sendo possível enriquecer os relatos com links, fotos, ilustrações e sons. Os professores acompanham e orientam as pesquisas: "Estou aprendendo junto com a turma a utilizar o blog", conta a professora de Geografia da Edilson Duarte, Mírian Coroados Santos Silva, que desenvolveu o trabalho sobre ambientes naturais.
Ao montar um blog com os alunos, prepare-se para enfrentar um dilema: corrigir ou não a grafia das palavras. Quando começaram a se comunicar via internet, os adolescentes criaram um código bastante particular, caracterizado por abreviações (beleza é blz; por que, por quê, porque, porquê viram pq; tudo é td) e pela invenção de novas formas de escrever velhos termos (não é naum e falou é falow).
http://novaescola.abril.com.br/index.htm?ed/173_jun04/html/blog
De sua opinião: Deixe aqui as suas idéias:
sábado, agosto 04, 2007
sábado, março 17, 2007
Questões de Investigação


Turma do 5º ano
1- Por que nosso planeta está esquentando?
2 – De onde vem a água?
3-Como está dividido o cérebro humano e quais suas principais funções?
4- De que é feito o Planeta Júpiter?
5 – Como é formado o corpo humano?
6 - Quais as espécies de animais brasileiros que estão ameaçadas de extinção?
7 – Quais as doenças que mais atacam os cachorros?
8 – Quais os predadores do leão?
9 - Como os cientistas transformam o veneno de cobra em soro anti-veneno?
10 – De que é feito o fósforo?
11 – Como é a cultura de Santa Catarina?
12 - Como e por que o avião voa?
13 - Como surgiram os números?
14- O que acontece com o nosso cérebro quando estamos dormindo?
15 – Como é feito o sal?
16 - Por que o mar é salgado?
17 – O que é energia elétrica?
18 - Como são formadas as areias?
19 – Como a prancha de surf flutua na água?
20 – Como é feito o papel?
quarta-feira, março 14, 2007
Prática na escola/2

Constatei que a professora estava muito preocupada com o horário e com as atividades programadas para o dia, por outro lado, os alunos estavam motivados, atentos, participativos e ainda me perguntaram se já poderiam iniciar a pesquisa. Valeu!
terça-feira, março 13, 2007
Prática na Escola/ 1

Primeira reunião de planejamento.
Hoje realizamos a primeira reunião de planejamento. Na oportunidade contamos com a presença dos professores parceiros: Professor de informática, Raul Alessandro Ferroni Rivas e a professora da turma, Mariza Terezinha Thiel Alves da silva( de roupa azul). Também participaram desta reunião a orientadora e supervisora do Centro Educacional Ariribá. Iniciamos o trabalho pontuando questões sobre projeto de ensino e projeto de aprendizagem. A professora da turma fez diversos questionamentos a partir das leituras dos textos que disponibilizei no primeiro encontro, e mostrou-se muito preocupada com o tempo, pois segundo ela teria muito conteúdo para cumprir, já que os alunos estariam desenvolvendo um projeto fora da grade curricular. A orientadora interviu dizendo que ela deveria trabalhar com os conteúdos mais significativos e que durante a construção do PA a turma já estaria com certeza, vendo alguns conteúdos programados. A supervisora falou: o mais importante é os alunos adquirirem os conhecimentos necessários, e acredito que o PA irá contribuir muito para a aprendizagem dos pequenos. Em seguida a professora perguntou qual era meu objetivo com a turma. Expliquei mais uma vez que durante o desenvolvimento do PA estaria coletando dados para a monografia. A professora achou muito interessante a proposta do trabalho e argumentou que seus alunos adoram ir para a sala informatizada e que eles se relacionam muito bem com o professor de informática. Observou ainda, que eu estaria levando uma novidade para a turma e com ela ficaria o trabalho tradicional. Exclamei que o trabalho é de parceria e precisaria da presença dela o tempo todo e quem estaria proporcionando esse espaço para eles é ela, abrindo espaço para o desenvolvimento do PA. Sanadas todas as dúvidas iniciamos o planejamento dos encontros. O professor de informática ressaltou que todas as turmas usam com freqüência o laboratório de informática e que haveria necessidade de negociar e replanejar algumas datas, pois os horários já estariam agendados . Fizemos alguns ajustes e fechamos dois encontros por semana, com duração de 02h: 30 min. Somando um total de 05h:00min semanais. Na oportunidade entreguei o CD com o programa CmapTool para o professor de informática instalar nos computadores. Continuamos a reunião planejando o primeiro encontro com os alunos. Combinamos que na quarta feira, dia 14/03 começaremos o trabalho. As carteiras serão dispostas em círculo, irei apresentar-me, falar sobre o desenvolvimento do trabalho e contar a historinha do Patinho Amarelinho. Essa historinha narra a aventura de um pato muito esperto e curioso, que sai de casa para fazer descobertas. Durante a viagem vai conquistando parceiros que o ajudam a buscar respostas para suas dúvidas etc. A partir da história vou perguntar: quem tem alguma coisa que queira descobrir? E assim dar início as questões de investigação, utilizando à mesma dinâmica aplicada pelos professores desta capacitação, quando do encontro presencial na cidade de Jaraguá do Sul.
quinta-feira, março 08, 2007
Retorno

Balneário Camboriú
Atendendo aos encaminhamentos desta segunda fase do curso, fui até ao Centro Educacional Ariribá (escola modelo de Balneário Camboriú), para planejar as atividades que irei realizar com os alunos do 5ºano (4ª série). Na oportunidade conversei com a diretora, supervisora e orientadora da escola sobre o trabalho a ser desenvolvido . Trocamos informações sobre o ensino com projeto e pontuei a diferença entre projeto de ensino e projeto de aprendizagem. Lemos um pequeno resumo sobre trabalho com PA, fizemos outras considerações e marcamos uma segunda reunião, onde vão estar presente a professora da turma e o professor de informática. Percebi que elas compreenderam o trabalho e que vão ser parceiras nesta caminhada.
terça-feira, janeiro 23, 2007
Novos Tempos

sexta-feira, dezembro 01, 2006
CAOS
Meu esposo vivenciou uma experiência, que segundo suas próprias palavras, “só posso revelar aos iniciados”.
Não entendi muito bem o que ele quer dizer com iniciados, mas por suas conversas, acho que esse grupo são aquelas pessoas que lêem e discutem sobre teoria da relatividade, teoria quântica, teoria das cordas, buracos negros, anãs brancas, gigantes vermelhas, buracos de minhoca, matemática do caos, entropia e outras esquisitices mais.
Solicitei que narrasse em meu blog essa sua experiência singular, e para minha surpresa, fui prontamente atendida. Passo-lhe a palavra, ou melhor, o teclado.
A coisa aconteceu em 1973 na cidade de Curitiba/PR quando era estudante do 3º científico do Colégio Estadual do Paraná. Estávamos nos preparando para o vestibular e no cursinho Don Bosco (que freqüentávamos) tinha um professor de geometria chamado Amaury, um mestre notável.
Ele desenhava à mão livre na lousa com tal precisão que dava vontade de tirar fotos de seus entes geométricos. Fiquei ainda mais apaixonado pela geometria.
Certa tarde, eu e alguns colegas nos reunimos para estudar matemática. Cada um daria uma aula sobre o assunto que melhor dominava. A minha obviamente era sobre geometria.
Pirâmides, cones, prismas e cubos, desenhava tudo com capricho, inspirado nas aulas do professor Amaury. Terminada a exposição, falei que a energia das pirâmides pairava no ar. Fazia uma bela tarde de sol de primavera. ( O livro Eram Deuses os Astronautas? Estava no topo da lista)
Naquela época eu já fumava e tinha o hábito de bater com a ponta do cigarro na mesa para melhor acomodar o fumo.
Havia uma mesa redonda, de imbuia negra, polidíssima. Empolgado com meus desenhos, naquela tarde ao invés de bater com a ponta do cigarro na mesa, resolvi jogá-lo sobre aquela superfície; foi quando o fenômeno aconteceu.
Para espanto geral do grupo, o cigarro caiu e parou de pé! Isso mesmo, ficou de pé, com o filtro para baixo, completamente estático sobre a superfície polida de imbuia.
Fizemos cálculos sobre a trajetória parabólica de um corpo leve cilíndrico arremessado sobre um plano para verificar a possibilidade de ocorrência daquilo que havíamos recém presenciado. Após várias hipóteses concluímos que a gama de variáveis atuantes fugia completamente ao nosso domínio. Talvez ainda hoje, com o emprego de computadores, o cálculo da probabilidade do mesmo fato se repetir seja realmente complexo.
Estaríamos diante de uma equação que somente uma nova matemática poderia explicar?
A matemática do caos, neociência em franca expansão, fala sobre sutilezas extremamente complexas. Talvez a mais famosa seja O Efeito Borboleta. “O bater de asas de uma singela borboleta na China, meses depois poderá causar um furacão na Flórida”.
Para encerrar, esclareço que me dispus a fazer esse relato porque a Suênia anda muito interessada por coincidências. Várias delas tem ocorrido em nossas vidas, e mais recentemente, a freqüência desses eventos tem aumentado substancialmente.
Acredito que existem razões, senão equações, que poderão explicar as coincidências. Mais meio século de ciência – um breve lapso na história das civilizações, e provavelmente teremos respostas satisfatórias.
Em tempo: naquela tarde de 1973, após contemplar o cigarro que parou de pé, levantei-o do tampo, observei cautelosamente se não havia nada de estranho no filtro ou na mesa, e como de fato não havia, fumei-o com prazer.
domingo, novembro 26, 2006
"NÃO CONSIGO FICAR SEM GRITAR"
Entrevistado, um morador vizinho queixava-se de males que sofria decorrentes do barulho imposto pela escola. A diretora do estabelecimento, por sua vez, defendeu-se argumentando que o nível de ruídos estaria abaixo dos 65 decibéis regulamentados no código civil. A repórter munida de um decibelímetro (aparelho que registra a altura dos sons) constatou que naquele momento (era hora da pausa) o aparelho registrava quase 80 decibéis.
Entrevistaram então uma criança: “Por que vocês gostam de fazer barulho”?
Resposta: “A diretora até que pede mais silêncio, mas não consigo ficar sem gritar”.
Os gritos incontidos das crianças na hora da pausa teriam algo a nos dizer?
Por que o ato de gritar as fazem sentir-se melhor?
Quais ansiedades as acometem? O ato de aprender numa escola regular deixam os alunos angustiados? Teriam os professores a incumbência de promover um estado de paz interior em seus alunos. Teriam talento ou capacidade suficientes? Talvez nós professores devêssemos todos ser mestres zen. Ou maestros talentosos para saber como baixar a adrenalina de uma turminha cheia de energia.
Ou ainda, talvez mudar o método de ensino.
Nos tempos de cursinho pré-vestibular lembro-me de uma estratégia empregada pelos professores: Ao iniciar a aula eles contavam um piada das mais picantes que fazia todo mundo gritar, inclusive eles próprios. Após alguns minutos de euforia o ritmo desacelerava e a aula transcorria na mais profunda paz.
FIMOSE: Finalidade, Motivação, Sentido. Trabalhando dentro da realidade do aluno, com aquilo que ele deseja aprender e dando um sentido para aquilo que ele faz parece ser uma boa estratégia.
Nesse enfoque, trabalhar com Projetos de Aprendizagem pode ser uma ótima opção.
sexta-feira, novembro 10, 2006
Novas Possibilidades para Aprender

Na educação tradicional o saber estava centrado somente entre os muros da escola que tinha como objetivo final, diplomar e formar pessoas para desempenharem papéis distintos na sociedade. Com o advento da globalização e da revolução tecnológica de comunicação e informação transformam-se os espaços, o tempo e as ferramentas de ensino e de aprendizagem. O quadro negro migra para a tela colorida da TV, do computador, do vídeo, da câmara da máquina fotográfica e da filmadora. O aluno aprende em outros espaços, torna-se ativo e se formam grupos sociais com outras características, interesses e afinidades. Tudo acontece com mais velocidade e possibilidades, alterando o pensar e o agir. Professor e alunos têm acesso a informação que é oferecida no mercado globalizado, onde o computador, a internet e o celular abrem novas possibilidades e configurações para as pessoas aprenderem formando uma nova pedagogia e uma nova relação com o saber, contribuindo assim para o nascimento de um novo cidadão.
segunda-feira, outubro 23, 2006
O BIG BANG DO CONHECIMENTO - PARTE 1
Filosofamos sobre a aceleração do tempo e do papel do professor neste cenário.
Seguem-se algumas idéias que chegamos. Por favor, colabore conosco.
A ciência conjectura que no período anterior há 13,5 bilhões de anos atrás, havia o nada. O universo tal como conhecemos simplesmente inexistia.
- O que estaria acontecendo? Estaria acontecendo algo?
A religião, segundo narra a Bíblia no livro de João, capítulo 1, assim se posiciona: “No princípio existia o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.
Para explicar a origem do universo e até mesmo do próprio tempo, a ciência fala sobre uma provável explosão colossal – O Big Bang, que aconteceu a partir de uma partícula primordial de energia super-concentrada.
- De onde e como surgiu esta partícula?
A religião diz: “A terra porém estava informe e vazia e as trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus movia-se sobre as águas. E Deus disse: Exista a luz. E a luz existiu”. Gênesis 1,2-3.
Poderíamos continuar a estabelecer paralelos entre ciência e religião sobre inúmeras situações, porém, deixamos para o final deste texto um último comentário.
No momento nossas inquietações residem nas evidências que apontar estarmos próximos de uma outra colossal explosão: O Big Bang do Conhecimento.
EVIDÊNCIAS
Sabe-se que o planeta terra tem idade de 4,5 bilhões de anos e que o homem, tal como conhecemos hoje, surgiu há apenas 35 mil anos. Uma narrativa interessante sobre a aventura da evolução humana foi feita pelo ambientalista californiano David Brower, que nos dá uma ótima idéia de quão tardiamente nossa espécie apareceu no planeta. Ele exemplifica a existência da terra (os 4,5 bilhões de anos) como se tivesse ocorrido em apenas seis dias, os seis dias da criação bíblica.
No cenário de Bower, a Terra é criada no domingo à zero hora. A vida, na forma das primeiras células bacterianas, aparece na terça-feira de manhã. Somente na quinta feira, por volta da meia noite o mundo dos organismos microscópicos está plenamente estabelecido. Na sexta feira, por volta das dezesseis horas, aparece a reprodução sexual, e no sábado, o hipotético último dia da criação é que finalmente as formas de vida visíveis se desenvolvem. Os dinossauros iriam aparecer dez minutos antes das dezessete horas e dominam o planeta por cinco horas, e então, subitamente, morrem por volta das 21:45. Os mamíferos chegam à Terra no final da tarde e os pássaros já à noitinha, cerca das 19:15 horas.
Oito minutos antes da meia noite (deste último dia da criação) os primeiros símios antropóides do sul se erguem e caminham sobre duas pernas. Cinco minutos mais tarde, desaparecem novamente.
Finalmente, a espécie humana moderna aparece na África e na Ásia apenas onze segundos antes da meia noite.
Realmente, somos muitíssimo recentes na história do planeta!
Onze segundos em seis dias, quase nada. Nossa espécie foi muito bem encubada e preparada por algum forte motivo, concordam?
Como dizia Carl Sagan, o mais popular divulgador científico do Ocidente, apresentador de Cosmos, uma série de TV de grande sucesso nos anos 70: “Poeira de estrelas que somos, ao buscarmos a resposta para as grandes questões, é como se o Universo estivesse olhando para dentro e tentando entender a si mesmo”
Estaremos no limiar de um novo Big Bang?
Um “chip” – lasca de silício menor que 1cm – pode armazenar mais informações do que toda uma enciclopédia!
O telescópio espacial Hubble em apenas cinco anos de atividade colheu mais informações sobre o universo do que 5000 anos de astronomia.
Meu marido adora geografia, e aqui em casa tínhamos uma coleção de mapas. Com a internet, navegando no Google Earth ele encontrou tudo o que queria: todo o planeta, o mapa que ele desejar, infinitamente mais bem detalhado, está ao seu alcance com um simples clique.
O guru tecnológico Nicholas Negroponte, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), um dos mais importantes centros de estudos digitais do mundo, acaba de inventar um notebook, denominado OLCP, de configuração simples, feito para acessar a internet que custa pouco mais de R$ 200,00. A idéia é oferece-lo gratuitamente a alunos de escolas públicas de países em desenvolvimento. Negroponte acredita que em 2010 esse equipamento estará custando apenas U$ 50,00.
Pode-se pensar que daqui a dez anos, todo aluno terá um notebook potente e completo que o acompanhará desde as séries iniciais até a faculdade.
Nessa hipótese, adeus livros didáticos e cadernos.
O “Verbo Divino” criou a partícula primordial que explodiu, e depois de 13,5 bilhões de anos, essa partícula produziu o homem para contar a história da criação.
Qual seria o papel do professor neste momento singular da história da vida? Não sei ao certo, mas reexaminado a história da criação, poderemos obter algumas boas pistas.
Você que está acessado esta página, gostaria de sugerir alguma?
sexta-feira, outubro 06, 2006
Trocando Idéias
"Para Piaget, conhecer o desenvolvimento da inteligência é primordial, no sentido de propor ações de acordo com suas possibilidades, de forma a desafiá-la, desequilibra-la para que busque a significação e possa reequilibrar, outra vez, a assimilação e a acomodação. Mas para isso, precisa-se saber observar, aos níveis de desenvolvimento que surgem durante o trabalho. Ainda, deve ser levado em conta: a coerência das respostas, a relação entre os elementos na resolução do problema e a ausência de consciência do raciocínio.
Sabemos que trabalhar com cada criança individualmente, é fácil, mais fica minha dúvida como proceder: Quando tenho uma sala com mais de trinta alunos? E nesta mesma sala existe um aluno com dificuldades visuais ou auditivas?"
Resposta:
Creio que identificar as necessidades e características individuais de cada aluno é um grande desafio quando se tem uma sala de aula com trinta ou mais estudantes e ainda recebemos alunos com dificuldades especiais, porque nosso modelo educativo persiste no tradicional. Na escola tradicional seja especial ou regular freqüentemente os alunos são submetidos a um paradigma educacional no qual continuam a ser o objeto e não o sujeito de seus próprios processos. Paradigma este que ao contrário de educar para a independência, autonomia, liberdade no pensar e no agir, reforça esquemas de dependência e submissão. Dentro de um novo modelo de ensino e aprendizagem, que ajude os aprendizes a abandonar a postura passiva de receptores de conhecimento, que propicia um ambiente onde os alunos sejam mais valorizados e estimulados em sua criatividade e iniciativa, possibilitando uma maior interação com as pessoas e com o meio em que vivem, que parta não de suas limitações e dificuldades, mas da ênfase no potencial de desenvolvimento que cada um trás em si, poderá ser um caminho para desatar alguns nós da educação vivenciada hoje. A idéia é trabalhar e desenvolver diversos conteúdos através de atividades criativas e concretas que sejam do interesse do aluno, sem passar pela formalização escolar, que quase sempre são desvinculadas das experiências concretas dos alunos e impostas de fora. Piaget demonstrou que a criança já possui desde os primeiros anos de vida mecanismos de aprendizagem que ela desenvolve mesmo sem ter ido a escola, mas a partir das interações com os objetos do ambiente onde vive. Nesta perspectiva, penso que será necessário investir em estratégias pedagógicas que facilitem as interações entre os alunos. Exemplo: reunir a classe em grupos para pesquisar temas de interesse comum facilitando a integração dos alunos com necessidades especiais, incentivar a cooperação, ampliar o significado de responsabilidade, etc.Desta forma, a figura centralizadora e controladora do professor passa a ser o de facilitador do processo de aprendizagem. Cabendo propor novos desafios, estimular, incentivar, questionar, contra-argumentar e desequilibrar os aprendizes para a busca dos conceitos que estão sendo trabalhados. Os alunos então passam da figura passiva para serem atores, construtores do próprio conhecimento. Penso que numa turma de 30 ou 40 alunos sendo dois cegos, por exemplo, poderia ocorrer a formação de 10 grupos de 04 alunos. Os cegos facilmente se sentiriam incluídos e por tanto, produtivos dentro de seu grupo. Os facilitares (professores) no transcorrer das atividades contarão com a colaboração dos integrantes das equipes para motivar e facilitar o envolvimento dos alunos cegos nas atividades, proporcionando a construção de seu conhecimento através da chamada aprendizagem cooperativa. Sendo assim, o desenvolvimento da inteligência que você citou (desafios, desequilíbrio, busca de significado, assimilação, etc.) acontece de forma integrada e o facilitador não precisará preocupar-se especialmente com aqueles alunos com dificuldades visuais. Ainda não estou totalmente segura de que a "coisa toda" funcione exatamente do modo como descrevi, mas acho que o raciocínio apresentado é coerente com a metodologia deste nosso curso. Podendo ser um caminho. O que acham?
quarta-feira, setembro 20, 2006
Pessoas com necessidades especiais
domingo, setembro 17, 2006
A CONDIÇÃO HUMANA
Auto-avaliação

Analisando os conceitos que me foram atribuídos nesta segunda avaliação, vejo que venho correspondendo satisfatoriamente nas diversas atividades desenvolvidas neste curso. Este fato, por certo, indica que nossos orientadores foram precisos em seus diagnósticos, o que refletiu melhorias em meu desempenho. Meu esforço se concentrou, entre outros, em revisar e aprimorar os pontos fracos registrados em minha primeira avaliação, em especial, na apresentação do PA. Graças à diligência de nossos orientadores e a maneira como este curso é ministrado, somos desafiados a sempre produzir de modo criativo e eficaz, o que é melhor: esse desejo brota espontaneamente a cada comentário recebido. Sendo assim, tenho investido esforços para alimentar o PA com informações consistentes e de bom conteúdo, Procurado registrar no blog textos interessantes e instigadores, buscando interagir com os colegas, colaborei com o trabalho de dois grupos analisando com responsabilidade o conteúdo dos PA´s, sugeri caminhos e levantei hipóteses, além de fazer-me presente constantemente nos fóruns contribuindo com comentários reflexivos. Procuro fazer-me presente nas tarefas com pontualidade e qualidade. Finalmente concluo que o método empregado em nossa avaliação tende a diagnosticar não apenas nossos avanços conceituais em atividades pontuais, mas principalmente em como estruturamos nossa busca pelo conhecimento. Nota-se claramente que existe coerência entre a metodologia utilizada em nossa avaliação com os pressupostos teóricos que alicerçam este curso. O exercício da auto-avaliação possibilíta-nos, holisticamente, ter consciência de todo o processo de nossa aprendizagem. A autocrítica nos ajuda a rever os rumos tomados, nossos avanços e retrocessos e assim fazer e refazer novos caminhos.
domingo, setembro 10, 2006
Projeto de Aprendizagem

Faz algum tempo que não escrevo neste espaço, minha atenção esteve voltada para meu PA. Foi um trabalho gratificante e motivador. Cheguei à conclusão que as razões que levam algumas pessoas a usarem substâncias psicotrópicas é uma questão muito mais complexa do que inicialmente imaginava. Longe de esgotar o assunto, avalio meu trabalho como sendo um grande avanço em relação ao conhecimento que acumulava há meros três meses.
Assimilei um novo modo de aprender, constatei na prática a eficácia de se trabalhar com um PA. Formular questões, buscar justificativas, coordenar informações, mapear conceitos, interagir com professores e colegas , manipular ferramentas eletrônicas de aprendizagem, pesquisar na web, entre outras, são atividades que nos fazem sentir neocientistas, capazes de iniciar a fascinante aventura da construção do próprio conhecimento.
Como Piaget comprovou na nova ciência que criou, a Epistemologia Genética, o sujeito humano é um projeto a ser construido, camada sobre camada. Assim também se deu comigo: dia após dia, no decorrer de minhas pesquisas e interações, sentia que minhas dúvidas temporárias mudavam para novas certezas provisórias.
Sabemos pela botânica, que para determinar a idade de uma árvore basta contar os anéis de seu tronco. Cada anel correnponde a um ano de sua vida. Essa vida pode ser traduzida pela interpretação desses anéis: invernos longos e rigorosos, queimadas, alimento farto, etc.
Um grande pinheiro tem uma longa história, múltiplos anéis, muitas camadas de conhecimento.
Analogamente, penso que estar diante de um sábio é como deparar-se com uma grande árvore, cuja sombra nos conforta e cujos frutos nos alimentam.
quinta-feira, agosto 17, 2006
MISSÃO CUMPRIDA
Hoje, minha filha Karina está se formando em Design de Moda pela Universidade do Vale do Itajaí, UNIVALI.
Eu e meu esposo estamos felizes por sabermos que mais esta missão está cumprida.
A Karina, nas palavras de seus próprios professores, é uma aluna extremamente esforçada, que encara com profunda seriedade todas as tarefas que lhe são delegadas, buscando sempre atingir o máximo. Foi assim, que por ocasião da apresentação de seu TCC, uma renomada professora da UDESC, convidada especial para compor a banca examinadora, disse que nada poderia acrescentar ou mesmo contribuir sobre a qualidade de seu trabalho de conclusão de curso dado o grau de perfeição atingido!
Para nós, pais, ainda nos cabe outra enorme satisfação: nossa filha conclui a universidade apta para enfrentar e competir no mercado aqui fora. Sempre trabalhando, quer de balconista, quer de estilista free lancer, a Karina assimilou práticas e conhecimentos fundamentais à sua profissão.
Acima de tudo, admiramos a Karina por sua humildade; em seus agradecimentos, ela assim se expressa em relação à sua família no seu TCC: “ Dedicatória : A minha mãe Suênia, cujo imenso talento e dedicação tem sido para mim exemplo e estímulo. Meus agradecimentos especiais a minha mãe, por ter acreditado em mim, por estar sempre ao meu lado e ter me incentivado a nunca desistir dos sonhos. Com certeza se não fosse você não teria chego até aqui. Agradeço ao meu pai, Woellington, por ter sido um grande incentivador de diversos trabalhos os quais nasceram através de suas idéias, pela sua grande participação na minha vida acadêmica e por ser um exemplo de sabedoria. Sinceros agradecimentos aos meus irmãos, William e Carolina, por fazerem parte da minha vida.”.
Diante de meu conturbado e sobrecarregado mundo, na condição de mãe de três filhos, esposa, funcionária pública, artesã e professora, encontro momentos de felicidade ao contemplar o sucesso de meus pupilos queridos. Fico fortalecida nessas horas.
Ratifico que todo o empenho em prol do crescimento de nosso próximo, e por que não dizer, da própria humanidade, é uma tarefa compensatória. Nossa vida é um elo fundamental e indissociável da grande teia da vida.
Em relação a nossos filhos, como disse certa vez um poeta, somos o arco, e eles, a flecha. Distendemos o máximo possível esse arco para que a flecha, voando alto e velozmente, atinja o alvo com precisão.
Karina, muito obrigada por me mostrar mais uma vez que é na dificuldade que nos tornamos mais fortes e unidos. Parabéns.
quarta-feira, agosto 16, 2006
Realização com a turma de pós-graduação- Educação Especial

Estou registrando minha imensa satisfação em ter trabalhado com a turma de pós graduação em Educação Especial: disciplina - Acessibilidade Digital.
Meus principais objetivos foram atingidos ao observar as produções das equipes ao conceituar Acessibilidade Digital, na seleção das figuras para confecção dos cartazes, na utilização dos recursos de computação e no interesse da turma na sala informatizada.
Como tarefa de avaliação, os alunos criaram um blog onde puderam arquivar seus registros.
Segundo diversos relatos dos alunos, a oportunidade de trabalhar numa sala informatizada, de terem acessado o computador e criado um blog foi uma experiência maravilhosa.
“Antes o computador era um elemento estranho que dava medo” disse-me uma aluna; outra fez questão de comentar a satisfação do esposo ao saber que ela tinha trabalhado em um computador. Uma outra ainda, agradeceu a oportunidade dizendo o quanto foi maravilhoso ter descoberto algo de novo, e sobre a importância e motivação gerada por professores que dominam ferramentas de informática a fim de elevar o nível de ensino.
Posso dizer que essa turma realmente produziu.
Quero expressar meus profundos agradecimentos a essa turma, em especial pelo último dia de aula. Eu estava com problemas de saúde, bastante debilitada. Mesmo assim o pessoal acolheu-me com carinho e atenção, demonstrando empenho em todas as atividades propostas naquele dia. São coisas assim que nos deixam mais fortalecidos.
Aos meus professores do curso de especialização que freqüento, oportunizo esse espaço para enaltecer a importância dos novos ensinamentos que nos estão sendo transmitindo. A maneira como eles nos orientam é contagiante.
Muito Obrigada a todos vocês.


