quarta-feira, setembro 20, 2006
Pessoas com necessidades especiais
domingo, setembro 17, 2006
A CONDIÇÃO HUMANA
Auto-avaliação

Analisando os conceitos que me foram atribuídos nesta segunda avaliação, vejo que venho correspondendo satisfatoriamente nas diversas atividades desenvolvidas neste curso. Este fato, por certo, indica que nossos orientadores foram precisos em seus diagnósticos, o que refletiu melhorias em meu desempenho. Meu esforço se concentrou, entre outros, em revisar e aprimorar os pontos fracos registrados em minha primeira avaliação, em especial, na apresentação do PA. Graças à diligência de nossos orientadores e a maneira como este curso é ministrado, somos desafiados a sempre produzir de modo criativo e eficaz, o que é melhor: esse desejo brota espontaneamente a cada comentário recebido. Sendo assim, tenho investido esforços para alimentar o PA com informações consistentes e de bom conteúdo, Procurado registrar no blog textos interessantes e instigadores, buscando interagir com os colegas, colaborei com o trabalho de dois grupos analisando com responsabilidade o conteúdo dos PA´s, sugeri caminhos e levantei hipóteses, além de fazer-me presente constantemente nos fóruns contribuindo com comentários reflexivos. Procuro fazer-me presente nas tarefas com pontualidade e qualidade. Finalmente concluo que o método empregado em nossa avaliação tende a diagnosticar não apenas nossos avanços conceituais em atividades pontuais, mas principalmente em como estruturamos nossa busca pelo conhecimento. Nota-se claramente que existe coerência entre a metodologia utilizada em nossa avaliação com os pressupostos teóricos que alicerçam este curso. O exercício da auto-avaliação possibilíta-nos, holisticamente, ter consciência de todo o processo de nossa aprendizagem. A autocrítica nos ajuda a rever os rumos tomados, nossos avanços e retrocessos e assim fazer e refazer novos caminhos.
domingo, setembro 10, 2006
Projeto de Aprendizagem

Faz algum tempo que não escrevo neste espaço, minha atenção esteve voltada para meu PA. Foi um trabalho gratificante e motivador. Cheguei à conclusão que as razões que levam algumas pessoas a usarem substâncias psicotrópicas é uma questão muito mais complexa do que inicialmente imaginava. Longe de esgotar o assunto, avalio meu trabalho como sendo um grande avanço em relação ao conhecimento que acumulava há meros três meses.
Assimilei um novo modo de aprender, constatei na prática a eficácia de se trabalhar com um PA. Formular questões, buscar justificativas, coordenar informações, mapear conceitos, interagir com professores e colegas , manipular ferramentas eletrônicas de aprendizagem, pesquisar na web, entre outras, são atividades que nos fazem sentir neocientistas, capazes de iniciar a fascinante aventura da construção do próprio conhecimento.
Como Piaget comprovou na nova ciência que criou, a Epistemologia Genética, o sujeito humano é um projeto a ser construido, camada sobre camada. Assim também se deu comigo: dia após dia, no decorrer de minhas pesquisas e interações, sentia que minhas dúvidas temporárias mudavam para novas certezas provisórias.
Sabemos pela botânica, que para determinar a idade de uma árvore basta contar os anéis de seu tronco. Cada anel correnponde a um ano de sua vida. Essa vida pode ser traduzida pela interpretação desses anéis: invernos longos e rigorosos, queimadas, alimento farto, etc.
Um grande pinheiro tem uma longa história, múltiplos anéis, muitas camadas de conhecimento.
Analogamente, penso que estar diante de um sábio é como deparar-se com uma grande árvore, cuja sombra nos conforta e cujos frutos nos alimentam.